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TARCÍSIO DE PÁDUA
( BRASIL - PARAÍBA )

 

Tarcisio de Padua Bezerra dos Santos, Técnico Agrícola - Universidade Federal da Paraíba - Campus III (2013), Cientista Tecnológico - Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2018), Pesquisador no laboratório de sensoriamento remoto - LASER, UFRPE-SEDE, Graduando de Medicina Veterinária pela UNIBRA e Zoologia pela Università di Napoli Federico II, Napoli NA, Itália.

Informações coletadas do Lattes em 30/05/2024

 

 

"Espejos de la palabra / Espelhos da palavra 3" é uma antologia poética bilingue (espanhol/português) organizada por Roberto Bianchi e publicada pela aBrace Editora em Montevidéu, 2013. O livro reúne versos de diversos poetas brasileiros e latino-americanos, focando na intercâmbio cultural e na tradução literária, com 118 páginas e ISBN 978-9974-673-47-2. 
Exemplar da biblioteca de Antonio Miranda



TEXTO EM PORTUGUÊS


ENCANTO

O mar
Divino é o mar
Divinas são suas deusas
Que nele vão se banhar
Quero cavalgar suas areias
Cobiçar suas sereias
E de tudo me encantar



POETAS

Dizem
Padecem com problemas visuais
Que os poetas
Tem o dom de ver diferente
Que os demais mortais
Mesmo aqueles
Que por algum infortúnio
Padecem com problemas visuais

SÍTIO CHORÃO

Sítio Chorão
De tantas águas
De tantas nascentes
Que até lhe deram o nome
Paradoxalmente
Águas por tantas vezes
Tão mirradas, tão escassas!
Sítio Chorão!
De tantas pedras
Pedras em suas estradas tortas
Pedras em seus muros e cercados
Pedras no feitio de suas casas
Pedras também no coração dos seus!
Sítio Chorão!
De homens, mulheres e crianças
Carcomidas, tristes e sofridas!
De tão poucas esperanças

 

                TEXTO EN ESPAÑOL


ENCANTO

El mar
Divino es el mar
Divinas son sus diosas
Que se bañan en él
Quiero cabalgar sus arenas
Codiciar sus sirenas
Y encontrarme con todo


POETAS

Dicen
Que los poetas
Tienen el don de ver diferente
Que los demás mortales
Que por algún infortunio
Padecen


SITIO QUE LLORA

Sitio que llora
De tantas nacientes
Que hasta le dieron nombre
Paradójicamente
Águas por tantas veces
Tan poquitas, ¡tan escasas!
Sitio que llora
De tantas piedras
Piedras en sus rutas torcidas
Piedras en sus muros y cercos
Piedras que forman sus casas
!Piedras también en el corazón de los suyos!
Sitio que llora
De hombres, mujeres y niños
Carcomidos, tristes y sufridos!
De tan pocas esperanzas.

 

 

*
VEJA e LEIA outros poetas da PARAÍBA em nosso Portal:
https://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/paraiba/paraiba.html
Página publicada em janeiro de 2026


 

 

 
 
 
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